A Psicologia estuda os comportamentos, emoções e processos mentais humanos. Na enfermagem, ela é essencial para compreender pacientes e familiares, desenvolver empatia, melhorar a comunicação e orientar uma postura profissional ética, acolhedora e humana. O cuidado integral exige atenção ao físico, ao emocional e ao social.
A Psicologia surgiu da Filosofia e tornou-se ciência no século XIX com Wilhelm Wundt, que fundou o primeiro laboratório experimental.
Principais métodos:
Freud propôs três instâncias psíquicas:
Níveis de consciência:
O equilíbrio entre id, ego e superego determina o comportamento saudável.
Na enfermagem, compreender a personalidade ajuda na autoconsciência e na relação com pacientes.
Habilidades essenciais:
Profissionais de enfermagem precisam desenvolver autocontrole, sensibilidade e capacidade de liderança.
Usados inconscientemente para lidar com ansiedade:
Repressão, negação, racionalização, formação reativa, projeção, regressão, sublimação, deslocamento, fantasia, fuga e sentimentos de culpa.
Comportamento saudável envolve flexibilidade e autoestima.
Patologias aparecem quando comportamentos são persistentes e prejudiciais.
Classificações diagnósticas: CID-10 e DSM.
Compreende aspectos biológicos, afetivos, culturais e emocionais.
Inclui identidade de gênero, orientação sexual e comportamentos afetivo-sexuais.
Na infância, envolve construção do afeto e vínculo (Complexo de Édipo).
A vivência da velhice depende da cultura.
Tipos:
Requer comunicação eficiente, respeito e colaboração.
Pode ser verbal ou não verbal (expressões, postura, gestos).
É essencial para:
A linguagem corporal revela emoções e deve ser observada com atenção.
O cuidado envolve técnica + sensibilidade.
O enfermeiro deve reconhecer seus próprios limites emocionais e praticar empatia, escuta ativa e acolhimento.
Segundo Kübler-Ross, as fases são:
É fundamental cuidar da dor física, emocional e espiritual, respeitando o paciente e sua família.
Doenças físicas influenciadas por conflitos emocionais (úlcera, hipertensão, cefaleias, artrite etc.).
O tratamento deve combinar atenção médica e psicoterapia.
O enfermeiro precisa reconhecer sinais emocionais e trabalhar com a equipe multiprofissional.
A assistência deve ser holística, sensível e baseada no respeito.
O vínculo emocional é parte do tratamento e influencia diretamente na recuperação.